O novo modelo de imagem do Google foi feito para volume: gera imagens em cerca de 4 segundos e custa US$ 0,034 por mil imagens.
Fable 5 retorna com restrições e prazo curto

A Anthropic liberou novamente o Fable 5 para usuários globais depois de suspender o modelo em 12 de junho por causa de controles de exportação dos Estados Unidos.
O modelo voltou ontem (1º de julho) para para usuários Pro, Max, Team e Enterprise, com condição específica: até 7 de julho, o Fable 5 poderá consumir até 50% do limite semanal de cada plano. Após esse período, continua disponível via usage credits.
O retorno do modelo também veio com uma nova camada de segurança. Quando uma solicitação é bloqueada, o pedido passa para Opus 4.8. A própria Anthropic reconhece que o classificador pode barrar pedidos legítimos em tarefas comuns de coding e debugging. Já o Mythos 5 voltou apenas para um conjunto de organizações dos Estados Unidos, mediante a aprovação do governo.
Ainda nesta semana, a Anthropic lançou o Sonnet 5, com a promessa de aproximar desempenho ao Opus 4.8 em tarefas agênticas, com preço menor.
OpenAI apresenta GPT-5.6 Sol em prévia limitada

A OpenAI apresentou a série GPT-5.6 com três modelos: Sol, Terra e Luna.
Sol é o modelo principal e chega com foco em programação, biologia e cibersegurança. A empresa diz que ele é seu modelo mais forte até agora e que o novo modo ultra usa subagentes para acelerar trabalhos complexos. Terra promete desempenho competitivo com o GPT-5.5 por metade do preço; Luna entra como opção rápida e mais acessível.
Durante a prévia, os modelos ficam disponíveis pela API e pelo Codex para parceiros selecionados. A OpenAI diz que apresentou capacidades e planos ao governo dos Estados Unidos antes do lançamento e que, a pedido do governo, o acesso começa por um pequeno grupo de parceiros confiáveis, antes de uma liberação mais ampla nas próximas semanas.
Agentes na palma da mão

Cursor lançou um app nativo de iOS em beta público para todos os planos pagos. OpenClaw levou seu agente pessoal para iOS e Android.
No Cursor, o celular permite iniciar cloud agents, escolher repo, usar comando por voz, controlar agentes rodando no computador, receber notificações, revisar artefatos, inspecionar diffs, deixar follow-ups e fazer merge de PR pelo app. A proposta é usar o celular como controle remoto de sessões agenticas que continuam rodando no desktop ou na nuvem.
No OpenClaw, o celular vira mais uma forma de interagir com um agente pessoal. O app pode usar câmera, localização, captura de tela, voz e uma área visual de trabalho para alimentar o agente com contexto do mundo real. Em vez de ficar preso ao computador, o assistente passa a ter uma entrada móvel.